Home resort deixou de ser tendência e virou critério de compra. Veja o que está por trás do movimento e como o projeto TEMPO by. muze, na Praia Brava, foi desenhado para ele. Este é o primeiro residencial do FOSTER + PARTNERS, escritório britânico renomado mundialmente.
Pense agora, Sexta-feira, 18h. Em vez de aeroporto, mala e check-in, você desce de elevador, atravessa um jardim e chega ao spa. Uma massagem, um jantar de frutos do mar, o mar logo ali. Não é uma viagem. É a sua casa.
Essa cena já virou critério de decisão para quem compra imóvel de alto padrão. E no fim deste texto vou mostrar por que, num mercado que desacelera, essa lógica pode ser justamente a que mais protege valor. Vale chegar até lá.
O comprador virou hóspede
Durante muito tempo, luxo era metragem, vista e vaga de garagem. Hoje, diferenciação, experiência e reputação sustentam valor tanto quanto o próprio imóvel. O avanço das branded residences no Brasil acompanha uma mudança no comportamento do consumidor de alta renda e nas estratégias das incorporadoras. (fonte: Sienge)
O ranking mostra o tamanho do movimento. Segundo a CBRE, São Paulo ocupa a quinta posição entre os maiores mercados mundiais de branded residences.
O mercado global também acompanha. Relatórios internacionais indicam que o número de empreendimentos de branded residences deve passar de 900 projetos no mundo até 2026, quase dobrando em menos de uma década. (fonte: Mercado & Eventos)

O mesmo desejo que levou as quadras para os lançamentos?
Lembra do efeito que levou quadras esportivas para dentro dos empreendimentos de luxo? É a mesma engrenagem: o comprador vê uma experiência fora de casa e passa a exigi-la dentro dela. Antes era a quadra. Agora é o hotel inteiro: spa, restaurante, concierge, serviço de praia…
Santa Catarina entrou na rota
O litoral catarinense deixou de ser coadjuvante. Balneário Camboriú e Itajaí já aparecem como referência em luxo e superluxo, e a Praia Brava ganhou novos lançamentos, entre eles o Tempo, da Müze Incorporadora. Na Praia Brava, a valorização média dos imóveis superou 20% ao ano nos últimos três anos,.
O cenário, até então, era claro: pouco terreno disponível, regras mais restritivas e uma demanda crescente. Porém, uma nova revisão aprovada do plano diretor, no início deste ano, ampliou os índices construtivos em determinadas áreas, permitindo que as construtoras explorassem melhor o potencial dos terrenos e desenvolvessem projetos ainda mais expressivos na região.
Mas o mercado não é só festa
Seria desonesto não dizer isso. Em maio de 2026, Balneário Camboriú perdeu, pela primeira vez em quatro anos, a liderança do metro quadrado mais valorizado para imóveis novos, e o FipeZap mostra alta de apenas 2,94% em 12 meses.
A pergunta, então, muda. Quando o ritmo desacelera, o que segura o valor de um imóvel? As respostas que o mercado dá são três: escassez, marca e uso real. É nessa terceira que o home resort joga. Um apartamento que você usa todos os dias, com serviço, vale diferente de um que só valoriza no papel. E sobre marca, estimativas de mercado apontam ágio de até 40% sobre o VGV das branded residences frente a empreendimentos tradicionais do mesmo padrão. (fonte: Sienge) É estimativa, não garantia, mas mostra por que o setor aposta nisso.

O TEMPO não começou pelo prédio. Começou pela pergunta de como as pessoas querem viver e depois escolheu quem poderia responder a ela.
1. Arquitetura de escala global. O masterplan é da Foster + Partners e organiza sete torres residenciais e o hotel numa composição única. Será o primeiro projeto residencial do escritório no Brasil.
2. Hotelaria de verdade, não de fachada. O Emiliano opera dentro do projeto. São 83 residências privadas e 48 suítes de hotel, com fluxos independentes e operação de serviço integrada. As suítes do hotel variam de 62 m² a 200 m².
3. Serviços que parecem de hotel, para quem mora. São + de 17 serviços previstos: concierge, mordomia com serviço de fazer e desfazer malas, personal organizer, motorista e transfer, personal shopper, lavanderia, florista, dogwalker e carwash. Tem ainda gastronomia assinada, com restaurante e jantar privativo, e delivery interno para os moradores do condomínio de ninguém menos que o restaurante do hotel Emiliano.
4. Um resort inteiro como área comum. Piscina de hidroterapia, bangalôs wellness, piscinas de relaxamento e familiar, espaço pet e jardins contemplativos. Na Torre 7, quadra de tênis, plunge gelado e aquecido, saunas, pilates e yoga. Na Torre 1, surflab, sala de cinema e whiskeria.
5. Parceiros com nome de peso. Interiores de Patricia Anastassiadis, paisagismo da JA8 e consultoria da Melnick, que estreou em Santa Catarina justamente com o Tempo.
A frase que resume a proposta, na própria apresentação do projeto: “Aqui o relógio não marca hora, registra.”

O que olhar antes de comprar um home resort:
- Quem opera os serviços e qual o histórico da marca.
- O que está incluído no condomínio e o que é selecionado à parte.
- Se hotel e residencial têm fluxos separados, para garantir privacidade.
- Escassez real: localização, terreno e regras de ocupação.
- Quem está por trás do projeto: incorporadora, arquitetos e parceiros.

A resposta que prometi:
Lá no início perguntei por que o home resort pode proteger valor quando o mercado desacelera. Porque ele combina as três coisas que sustentam preço fora do ciclo de euforia: um lugar que não se replica, uma marca que o mercado reconhece e um uso diário que justifica estar ali. O luxo deixou de ser só o que você tem. Passou a ser o que você vive todos os dias.
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